Rui do Carmo concorre ao #PrêmioExu de música Afro-brasileira.
10/04/2018 - 8h25 em Música
Rui do Carmo é poeta e escritor com varias obras publicadas, é Administrador de Empresas, pós-graduado pela FGV-Fundação Getúlio Vargas – Rj. Como profissional de administração concorreu ao prêmio Belmiro Siqueira e teve o Trabalho Técnica em Cobrança, classificado entre os três melhores do Brasil, obras literárias, “Aruans” (conto) classificado no Prêmio “Dalcídio Jurandir”, “O Canto do Curumim” aprovado na lei SEMEAR, “Anjo Marajoara ( livro de poesia), “Versos Pobres, Versos Pretos” (livro de poesia), “Lurdinha” (Romance) aprovado na lei To Teixeira e Guilherme Paraense, “Trincheiras” (livro de poesia), “Contos de um Guajarino” (contos) ap.
 
“A importância de participar de um festival como esse é de firmar a cultura, a dança e a arte negra em nossa terra, a segunda é está nessa luta de resistência contra o preconceito racial e religioso, outro motivo é ter nosso trabalho divulgado em uma emissora que nos representa, como também vou me lançar com intérprete de uma música minha em um festival. Vou parar por aqui pois se pensar bem tenho milhares de motivos para estar nessa grande festa junto com o meu povo.” Rui do Carmo
 
Rui explica que o samba O Sangue Negro “nasceu quando eu estava pesquisando a origem do samba, e vi toda a perseguição que o música afro- brasileira teve que enfrentar e ainda encontra para conquistar o seu lugar nas Rádios e todos os meios de comunicação”, enquanto Tambor Sagrado “veio do nome dado ao filho do meu xará Rui Costa Onilú, que significa àquele que faz tambor, e de gancho homenageia ao amigo Neres, um poeta maravilho Paulista que escreveu a peça 'Macumbaria Poética'. E assim nasceu esse ponto”. 
 
Rui do Carmo apresenta suas músicas no dia 17 de abril a parttr das 19h - o Festival acontece no Espaço Cultural APOENA, na Av. Duque de Caxias, 450, em Belém/PA. 
Foram 26 músicas de 14 compositores vindos de 3 estados da Amazônia Legal, Amapá, Maranhão e Pará, que inscreveram composições com as temáticas da valorização das lutas negras brasileiras e a ancestralidade africana e das encantarias e cabocos afro-brasileiros. 
Para nós, da Rádio Exu, esse festival aponta a perspectiva da produção musical de combate ao racismo e da valorização do patrimônio artístico e cultural afro-brasileiro e afro-amazônico. 

 

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